Seis produtores testam tecnologia digital juntos, nas próprias fazendas, antes de decidir comprar.
Vocês escolhem os temas, acompanham os resultados, comparam entre si e negociam em grupo.
Todo ano chega tecnologia nova com promessa. Pouca chega com prova de que funciona na rotina de uma fazenda comercial do Norte de MT. O Clube existe para produzir essa prova.
Os critérios de avaliação são combinados antes do teste. Produtor e startup sabem, desde o primeiro dia, como a solução será medida.
O Clube faz pilotos e provas de conceito em fazendas comerciais, com foco em tecnologia digital. Não faz experimento científico nem laudo técnico. Insumos (adubo, semente, defensivo) ficam de fora.
A anuidade paga a comparação, a negociação em grupo e a curadoria — e garante compromisso de quem participa.
O produtor recebe o relatório do teste e a startup recebe uma devolutiva com o que ajustar. O ano ainda vale pela comparação, pela curadoria, pelo diagnóstico e pela negociação.
Pouco: cerca de 20 minutos por visita, três encontros no ano e um questionário curto.
O dado bruto é do produtor. A comparação é anônima. Nome e local da fazenda só aparecem com autorização por escrito.
Não. O diagnóstico casa cada fazenda com a tecnologia que ela consegue operar hoje.
O risco operacional da área cedida é do produtor, e o Clube não indeniza perdas. Por isso as áreas são pequenas, só entram tecnologias que já rodaram um ciclo completo e você pode encerrar o teste quando quiser, sem multa.
O que mais importa é o perfil: quem registra a operação, topa compartilhar números de forma anônima e participa dos três encontros.
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